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sábado, 12 de setembro de 2015

Solidariedade sem fronteiras

 
Recebi a carta acima do Médicos Sem Fronteiras por estar completando um ano como doador. Isso, para mim, é motivo de muito orgulho e, ao mesmo tempo, de pesar. Orgulho de poder contribuir com pouco que seja para uma instituição tão nobre e que desenvolve um trabalho de alcance humanitário sem igual. Pesar, porque sei que o mundo ainda caminha com tantas desigualdades, tanta gente sofrendo em conflitos políticos, religiosos, econômicos e mesquinhos que mostram o pior da face humana. Pensar que tantos poderiam ajudar, com o mínimo que seja, mas ainda é tão difícil convencer as pessoas sobre a importância de reservar uma quantia mensal que não fará falta alguma, mas que poderá salvar vidas. Não sou melhor ou pior do que ninguém, sou apenas um dos muitos seres humanos que não se conforma em apenas assistir passivamente as desgraças globalizadas e dormir tranquilo sem fazer nada. É pouco, mas é de suma importância para quem precisa. Pense nisso!

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